Rocco

- Minha empresa vai me mandar pra Itália mês que vem.
- Ah… legal.
- Penso em visitar algumas coisas no meu tempo livre… O Coliseu, o Vaticano… Já pensou, conhecer o Papa?
- O Papa?!
- É!
- Se eu fosse pra Itália, ia querer conhecer o Rocco…
- Quem?
- Rocco Siffredi, ator pornô italiano, 23 cm de pau.
- Mas cê num precisa ir pra Itália pra dar prum cara de pau grande.
- Mas quem foi que disse que eu quero dar pra ele?
- E quer fazer o quê, então? Pedir autógrafo?
- É, pedir autógrafo, tirar foto, quem sabe pegar no pau dele…
- E…?
- E só, ué!
- Bom, se eu conhecesse uma atriz pornô, ia querer transar com ela…
- Tá certo…
- Então por que o sorrisinho cínico?
- Ah, é que se eu fosse homem, nunca ia querer comer uma mulher que não umidifica!

O que te seduz?

Estou fazendo uma pesquisa, queridos, com fins escusos, claro.  Gostaria que vocês me dissessem o que os seduz.

Não estou falando propriamente do que os levaria para a cama, mas daquilo que os faz entrar no jogo de gato-e-rato da conquista.

Deixem suas respostas nos comentários. Publica ou anonimamente ;)

Oito fantasias para realizar antes de morrer

Bom, comecemos pelo princípio: um dia, um blogueiro estava sem inspiração nenhuma para escrever e decidiu fazer uma lista no estilo “top 10″ sobre um assunto qualquer. Com a lista pronta, percebeu que provavelmente ninguém leria aquilo se não fosse obrigado, então decidiu ‘convidar’ outros blogueiros a fazer o mesmo e aí surgiram os memes.

Tempos depois, meu querido Tera recebe um meme para escrever uma lista com as 8 coisas que gostaria de fazer antes de morrer e passa a bola pra 5 blogueiros, incluindo esta que vos escreve. E, apesar de toda a minha ironia, é claro que vou escrever a tal listinha - afinal, vocês acreditam mesmo que essa história de um post por mês é excesso de trabalho? Que nada, é falta de assunto mesmo!

Masssss dizer as coisas que gostaria de fazer antes de morrer é algo muito sem-graça para este blog, a minha lista vai ser um pouco diferente: quais as 8 fantasias sexuais que gostaria de realizar antes de morrer!!!

1 - Fazer Sexo.

Pois é, gente, ‘tá difícil. Pelo menos sem apelar. Mas tenho fé que ainda dou antes de morrer (por favor, Deus, não me mate antes de eu dar pra alguém! Amém!).

2 - Dar pro Billy Duffy.

Sei que atualmente ele parece mais um maracujá murcho, mas o guitarrista do The Cult foi A minha paixão de adolescência. Porém, quanto mais os anos passam, maiores as chances de ele precisar de Viagra…

3 - Fazer sexo ‘na marra’.

Gente, isso aqui é uma brincadeirinha para fazer com o namorado/ficante/amigo colorido. Um joguinho de cena, por assim dizer. Me fazer de difícil e fingir que não quero para o amante do momento e ele tentar conseguir o que é dele à força. Não estou dizendo que quero ser estuprada - se algum idiota tentar, corre grandes chances de ficar sem pinto! =P

4 - Transar com uma mulher.

Vejam bem: uma mulher - e não uma mulher e um homem. E quando digo mulher, não estou incluindo sapatas no estilo ‘irmão caminhoneiro shell’ com cabelo cortado em um mullet sertanejo e com tatuagem à caneta no ombro esquerdo. Ah, sim, também não quero me relacionar com uma mulher - mulheres são chatas e têm tpm. Precisa de muita testosterona pra agüentar! =P

5 - Sexo na escadaria de um prédio.

É simples, mas eu nunca fiz. Sério (ah, e por que vocês não acreditariam nisso? Nem sexo normal eu faço!).

6 - Fazer sexo oral com halls preto.

E olhar bem pra expressão do cara no momento. Rapazes, as caras e bocas que vocês fazem nessa hora… :D

7 - Dar prum professor fofo meu.

Gente, não é o mesmo cara. Este é outro, ok? E não, não tenho tara por professor. Mas tenho tara por homem inteligente… Anyway, este professor me lembra o McGee, personagem da telessérie americana NCIS (embora não se pareça muito com ele) - e eu tenho uma certa queda por personagens nerds fofos…

8 - Bem… ahn…

Ok, tem uma fantasia que não listei aqui. Mas não sei se quero realizá-la. Gosto mais é de pensar nisso quando me masturbo, por exemplo, mas não acho que é uma coisa que vou fazer algum dia… E não, não vou falar o que é… Mas vocês podem tentar adivinhar nos comentários!

E, bem, é isso. Não vou passar o meme pra ninguém, mas quem quiser fazer, sinta-se à vontade!

E antes que alguém decida se candidatar a alguma coisa: sou feia, dispendiosa e mal-humorada! =P

Fazendo as pazes com o decote

decote1.jpgTenho um belo colo. Gosto de mostrá-lo e isso norteia algumas de minhas escolhas de roupa. Tenho uma blusinha preta que, à primeira vista, não parece tão decotada, mas quando eu sento… pois é.

Mas a verdade é que ainda não me sinto confortável com os decotes no dia-a-dia, porque não estou acostumada com homens me olhando. E eles estão olhando cada vez mais - mesmo sem decote. Não me entendam mal, eu gosto, mas sou tímida. E não é frescura.

Como emagreci muito (mas não o suficiente, ainda) e perdi 70% das minhas roupas, restam poucas peças que ficam bem em mim. Uma delas é a blusinha preta. Usei-a na última sexta para ir à aula. Como sento na primeira fileira, uma das primeiras coisas que fiz foi subir um pouco a blusa. Mas a aula começa, faço anotações e… oops, ora de ajeitar a blusa de novo. À tarde, outra aula. Nessa sala, sento mais pro fundo e aí nem estava esquentando muito com o decote. Mas logo um rapaz que sentou perto de mim abre um sorriso. Ok, Cintia, sobe um pouco a blusa.

Hora de pegar o ônibus para ir embora. A maioria dos lugares estão ocupados, então sento na última fileira de bancos do ônibus, naquele banco que fica de frente para o corredor. Enfim, do meu lado direito, estavam sentados uma garota japonesa e um outro menino do lado da janela. No banco na frente do dela, estavam sentados um japonês e uma outra pessoa, do lado da janela, sendo que o japonês era amigo da garota do banco de trás. Poucos minutos depois que eu sentei, o japinha senta de lado e começa a conversar com a amiga dele. Não olhei direto para ele, mas, pelo canto do olho, podia vê-lo olhando para mim. Abracei a sacola onde levo meu material, de modo a ocultar o decote. Logo olho para baixo e vejo que a sacola não só desceu um pouco, como a blusa também. Subo a sacola de novo. Mas o rapaz é persistente e, agora, está dividindo o mp3 player com a amiga dele. Ah, Cintia, o que é que tem? Nada demais, acho… Então…

E, assim, fiz as pazes com o meu decote - com o do momento e com os futuros. Não que isso vá me impedir de dar uma ajeitadinha neles de vez em quando ;)


Descubra o seu pseudônimo pornô

Se você fosse um astro ou estrela pornô, qual seria o seu nome? Não faz idéia? Quer descobrir?

O Pornalizer te ajuda!

Nomes femininos: http://www.sinner.se/pornalizer/female.html

Nomes masculinos: http://www.sinner.se/pornalizer/male.html

O meu pseudônimo pornô é Barbie Bottom. Faz sentido, considerando o tamanho da minha bunda.

++++++

Update: tive a idéia de usar o Pornalizer para criar pseudônimos para meus afetos e desafetos, cujos nomes reais eu porventura não queira colocar no blog. Assim, meu ex-amor platônico doravante será chamado de Paulie Pecker e o megatrouxa zé buceta (para usar a terminologia do Tera) mor que me deu o cano aquele dia doravante será chamado de Harry Hotbone.

Tirando as teias de aranha

Achei por bem escrever aqui antes que o post anterior completasse aniversário de um mês.

Antes de mais nada, queria deixar registrado que não tenho acho que *todos* os homens são como aqueles dois, mas eu sou pobre e não posso pagar psicólogo, então tinha que desabafar em algum lugar.

Não sei por quê, mas não estou conseguindo escrever textos para postar aqui. Tenho várias idéias e tal, mas perco a concentração logo depois que começo. Sei lá o que está acontecendo. Acho que é culpa do Twitter!

Aí achei melhor escrever um post-qualquer-coisa para ver se desencanto.

E é isso.

Devo voltar em breve.

Me aguardem.

Homens, hmpft!

Estou há tempos com várias idéias para postar por aqui, mas fico adiando e adiando e adiando. Mas acho que o que eu precisava mesmo era escrever um post no estilo ‘querido diário’. Ou não. Sei lá que cara isto aqui vai ter quando eu terminar.

Enfim, há pouco mais de 10 dias (no dia 07/01), voltei pro orkut, quase exatos 2 meses depois de ter saído. Acho que não cheguei a detalhar aqui os motivos de minha saída, mas, é claro, envolvia meu ex-amor platônico (já, já vocês saberão o porquê do ex) - no mês que antecedeu a minha saída, ele me deu um gelo no orkut - pro qual deu uma desculpa esfarrapada, mas eu desconfio que minha carência excessiva talvez lhe tenha dado nos nervos - e eu acabei saindo porque não agüentei o tranco emocional disso. Lógico que aquela frase do Pequeno Príncipe, “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”, à qual ele mais de uma vez se referiu de forma enviesada, não se aplicava a ele.

Eis que, após ou em vias de entregar os últimos trabalhos da faculdade, decidi voltar ao orkut, pois estava morrendo de saudades de encher o saco dos amigos por lá - e quem me teve/tem como contato sabe que sou viciadinha naquele troço. É claro que eu não esperava que o indivíduo - que inclusive foi beeem frio comigo via e-mail neste período de minha ausência - fizesse festa quando eu voltasse. Aliás, eu esperava que ele fizesse exatamente o que fez: só aceitasse meu pedido para acrescentá-lo aos meus contatos, sem fazer qualquer comentário. No entanto, depois de um dia ou dois, eu resolvi deixar um recadinho pra ele - algo meio ‘fático’, para retomar o contato. Só que ele não respondeu. Aliás, ele tem me ignorado solenemente no orkut. Dois meses atrás, isso me deixaria agoniada. Acho que se tivesse sido há um mês, eu também teria ficado entristecida. Mas agora, penso “Ah, que pena” e continuo a cuidar da minha vida (e um pouco da dos outros, é claro, afinal, estou falando do orkut). E isso me surpreendeu. Muito. Daí eu achar que já posso chamá-lo de ex-amor platônico.

Bom, de início achei que ele simplesmente não queria mais falar comigo por sei-lá-o-que que ele acha que eu fiz e estava disposta a respeitar isso. Agora, acho que ele está apenas fazendo charminho. Whatever. Sei que ele passou os 2 últimos meses tentando se convencer de que não perdia nada com a minha saída do seu círculo de amizades, mas ele está só se enganando. Está perdendo MUITA coisa, talvez mais ele do que eu - e não estou me gabando, não (se bem que este é o MEU blog e posso me gabar quando bem entender). Uma coisa é certa: eu tentei retomar o contato uma vez e ele recusou ou fingiu que não viu. Não farei de novo. Se ele quiser dar um ‘oi’, sabe onde me encontrar. Ou não, se demorar demais.

Continuando no tema ‘homi é bicho besta, sô’: há um ano e pouco, saí com um carinha aí e o ‘conheci’ no sentido bíblico. Desde então ele vem tentando sair comigo de novo, vez ou outra, e eu sempre disse que não. Ele sempre tenta se valorizar, tendo papos comigo no msn onde fala de ex-namoradas que ligam pra ele, que querem transar com ele de novo, das namoradas novas etc., tudo isso sem eu perguntar. E eu: ‘ah, que legal’. E o indivíduo NUNCA se tocou. Impressionante. Mas, enfim, quem espera sempre alcança, certo? Quase. Como ele está sempre me elogiando, insinuando que namoraria comigo etc., pensei: “Ah, ele não é de todo ruim. Quem sabe, se eu der uma chance? Fiquei 3 anos atrás de um cara que cagava e andava pra mim e isso não me fez bem algum, por que não dar uma chance a alguém que gosta de mim?”, e aceitei o seu último convite para tomar um café. Mesmo porque ele não é um cara ruim - eu apenas não tenho afinidade nenhuma com ele.

No entanto, devo dizer que este convite dele me surpreendeu, pois sei que ele é um cara pirracento. Estava esperando que ele aprontasse alguma mais pra frente. Mas, coitado, acho que ele não é, de fato, dos seres mais brilhantes: decidiu me dar o cano naquele dia mesmo, tendo-se mantido distante desde então. E eu: “ufa”! Enfim, garotos, fica a dica: se você quiser dar o troco em uma garota que nunca lhe deu bola, tente estabelecer um vínculo emocional com ela primeiro, tente dar a ela motivos para querer ter você por perto e DEPOIS dê o troco. Caso contrário, isso só vai servir para virar anedota de blog pouco visitado.

Mas não pensem vocês que eu acho que todos os homens são iguais. Há os belos, os ricos, os de pau grande e os outros. E os que possuem as três primeiras características juntas são gays. Simples assim ;)

Através do Espelho

Entrei no banheiro, sem me incomodar em trancar a porta atrás de mim. Coloquei o livro em um canto seco da pia, abri a torneira e molhei o rosto, a nuca.

Logo depois ele entrou, encostou seu corpo contra o meu, eu olhava para baixo, para a pia, não subi o olhar até o espelho, seria alguém já conhecido? Ele pareceu hesitar antes de começar a me apalpar, certamente um novato, mas logo passou a apertar meus seios, morder meu pescoço, minha orelha, soltei um gemido, ele mordeu a outra, dessa vez me contive. Ele tinha fumado antes de vir pra cá, fedia a cigarro, cerveja. Empinei um pouco a bunda, ele abaixou minhas calças, eram essas as regras, eu só ficava lá, eles faziam o resto. Enfiou dois dedos na minha buceta, e passava devagar a outra mão sobre a minha bunda, como quem passa os dedos sobre um livro, eram as mordidas, eu sabia.

“Menina, você é louca!”

Levantei os olhos para o espelho e olhei pra ele pela primeira vez. “Sério? Conta outra, e mete logo!”

Ele me penetrou, começou a beijar meu pescoço…

“Rápido e com força!”

“Garota, por que você faz isso?”

“Você quer que eu goze ou não?”

Ele fez o que eu pedi, metendo forte, com raiva, olhando pra baixo, enquanto eu o observava extasiada, mordendo os lábios para abafar os gemidos. Ele finalmente levantou a cabeça, nossos olhares se cruzaram no espelho, e voltei de novo a olhar para baixo, para a pia, até que ele saísse.

Me arrumei e saí do banheiro, deixando o livro na prateleira correta, ao lado de “Alice no País das Maravilhas”. Dei uma volta por entre as estantes e fui embora. Não quis retirar nenhum livro da biblioteca.

——-

©  Cintia BL

Nota: Este conto foi escrito em 2002 e publicado no meu primeiro blog, Diário de uma Vampira Faminta, e no Jornal da Praça, distribuído na Praça Benedito Calixto, em São Paulo (não sei a edição e estou com preguiça de procurar =P).

Bobagenzinha II - a missão

Não assopre

Esse gif eu roubei da Pátê há eras, quando ela ainda era a dona Umbiga. Demais, não? ;)

Californicação

Quando a Warner anunciou que exibiria a série Californication, fiquei curiosa em assisti-la por 2 motivos: um, o título, que remete não só a um tema de grande interesse para esta que vos escreve (e para os seres humanos em geral) como a um álbum/música do Red Hot Chilli Peppers (que, por sinal, está processando os criadores da série); dois, na qualidade fã de Arquivo X, ver como o eterno agente Mulder, David Duchovny, se saía na pele do protagonista.

Antes da estréia, fiz uma pesquisa básica na Internet para saber o que se falava da série e vi que as críticas eram, em sua grande maioria, favoráveis. “A salvação de Fox Mulder? Bom, muito bom“, pensei eu. Mas quando finalmente vi um episódio, bem… não achei grande coisa. Não que a série seja ruim, só não consigo ver nada demais nela. O mesmo aconteceu com Sex and the city, que muita gente adora. Talvez eu apenas não veja nada demais em se falar abertamente sobre sexo e isso tenha tirado parte do encanto dessas séries para mim. Vai saber.

Enfim, voltando a Californication, a primeira constatação que pude fazer foi que Hank Moody (o protagonista) é a versão perva de Fox Mulder - leia-se, David Duchovny interpreta o mesmo personagem over and over again. Da mesma forma como Mulder não conseguia deixar de buscar a “verdade que estava lá fora”, Moody não consegue deixar de se entregar ao sexo, ao vício - quando ele não os procura voluntariamente, eles vão até ele, que nunca consegue oferecer muita resistência. Assim, tanto Moody quanto Mulder assemelham-se aos personagens trágicos, que não podem fugir de seu destino.

A outra constatação ocorreu quase que simultaneamente à primeira: Hank Moody é a versão fictícia de um amigo (???) meu!!! É sério!!! Senão, vejamos: escritor de talento vê sua obra reconhecida e angaria fãs, especialmente mulheres; inebria-se com o sucesso, potencializa o seu egocentrismo, decide que pode fazer o que bem entender sem se preocupar com mais ninguém, magoa as pessoas que realmente se importavam com ele e acaba cercado apenas por bajuladores. Vê a sua obra ser ‘mal-interpretada’ (ou não interpretada da forma que ele gostaria) e acaba entrando em crise criativa, dificilmente escrevendo algo que sequer se aproxime da qualidade de sua obra anterior. No entanto, apesar de posar como um Sade contemporâneo, alguém que não teme o desejo, ele no fundo, no fundo é conservador e busca reconstruir o seu núcleo familiar.

Porém, dada a grande improbabilidade estatística de que Hollywood tenha ouvido falar desse meu amigo, cheguei à seguinte conclusão: meu amigo é um personagem chavão!!! Isso não é uma crítica, acho que todos nós somos ‘clichês’ ambulantes - isso explica porque nos identificamos uns com os outros, com certas situações e experiências e mesmo com certos filmes, certos livros: somos uma combinação singular de lugares comuns. Acho que o ‘problema’ dele é se achar a última Coca-Cola do deserto, mas enquanto houver gente que acredita nisso, ele vai se dar bem ;)

Para finalizar, minha nota para Californication: 7,0. Legalzinha.

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