Desígnios & Desejos

Descubra o seu pseudônimo pornô

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Se você fosse um astro ou estrela pornô, qual seria o seu nome? Não faz idéia? Quer descobrir?

O Pornalizer te ajuda!

Nomes femininos: http://www.sinner.se/pornalizer/female.html

Nomes masculinos: http://www.sinner.se/pornalizer/male.html

O meu pseudônimo pornô é Barbie Bottom. Faz sentido, considerando o tamanho da minha bunda.

Escrito por Cintia

20/Fevereiro/2008 em 10:30

Através do Espelho

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Entrei no banheiro, sem me incomodar em trancar a porta atrás de mim. Coloquei o livro em um canto seco da pia, abri a torneira e molhei o rosto, a nuca.

Logo depois ele entrou, encostou seu corpo contra o meu, eu olhava para baixo, para a pia, não subi o olhar até o espelho, seria alguém já conhecido? Ele pareceu hesitar antes de começar a me apalpar, certamente um novato, mas logo passou a apertar meus seios, morder meu pescoço, minha orelha, soltei um gemido, ele mordeu a outra, dessa vez me contive. Ele tinha fumado antes de vir pra cá, fedia a cigarro, cerveja. Empinei um pouco a bunda, ele abaixou minhas calças, eram essas as regras, eu só ficava lá, eles faziam o resto. Enfiou dois dedos na minha buceta, e passava devagar a outra mão sobre a minha bunda, como quem passa os dedos sobre um livro, eram as mordidas, eu sabia.

“Menina, você é louca!”

Levantei os olhos para o espelho e olhei pra ele pela primeira vez. “Sério? Conta outra, e mete logo!”

Ele me penetrou, começou a beijar meu pescoço…

“Rápido e com força!”

“Garota, por que você faz isso?”

“Você quer que eu goze ou não?”

Ele fez o que eu pedi, metendo forte, com raiva, olhando pra baixo, enquanto eu o observava extasiada, mordendo os lábios para abafar os gemidos. Ele finalmente levantou a cabeça, nossos olhares se cruzaram no espelho, e voltei de novo a olhar para baixo, para a pia, até que ele saísse.

Me arrumei e saí do banheiro, deixando o livro na prateleira correta, ao lado de “Alice no País das Maravilhas”. Dei uma volta por entre as estantes e fui embora. Não quis retirar nenhum livro da biblioteca.

——-

©  Cintia BL

Nota: Este conto foi escrito em 2002 e publicado no meu primeiro blog, Diário de uma Vampira Faminta, e no Jornal da Praça, distribuído na Praça Benedito Calixto, em São Paulo (não sei a edição e estou com preguiça de procurar =P).

Escrito por Cintia

11/Janeiro/2008 em 23:15

Bobagenzinha II – a missão

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Não assopre

Esse gif eu roubei da Pátê há eras, quando ela ainda era a dona Umbiga. Demais, não? ;)

Escrito por Cintia

29/Dezembro/2007 em 14:34

Californicação

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Quando a Warner anunciou que exibiria a série Californication, fiquei curiosa em assisti-la por 2 motivos: um, o título, que remete não só a um tema de grande interesse para esta que vos escreve (e para os seres humanos em geral) como a um álbum/música do Red Hot Chilli Peppers (que, por sinal, está processando os criadores da série); dois, na qualidade fã de Arquivo X, ver como o eterno agente Mulder, David Duchovny, se saía na pele do protagonista.

Antes da estréia, fiz uma pesquisa básica na Internet para saber o que se falava da série e vi que as críticas eram, em sua grande maioria, favoráveis. “A salvação de Fox Mulder? Bom, muito bom“, pensei eu. Mas quando finalmente vi um episódio, bem… não achei grande coisa. Não que a série seja ruim, só não consigo ver nada demais nela. O mesmo aconteceu com Sex and the city, que muita gente adora. Talvez eu apenas não veja nada demais em se falar abertamente sobre sexo e isso tenha tirado parte do encanto dessas séries para mim. Vai saber.

Enfim, voltando a Californication, a primeira constatação que pude fazer foi que Hank Moody (o protagonista) é a versão perva de Fox Mulder – leia-se, David Duchovny interpreta o mesmo personagem over and over again. Da mesma forma como Mulder não conseguia deixar de buscar a “verdade que estava lá fora”, Moody não consegue deixar de se entregar ao sexo, ao vício – quando ele não os procura voluntariamente, eles vão até ele, que nunca consegue oferecer muita resistência. Assim, tanto Moody quanto Mulder assemelham-se aos personagens trágicos, que não podem fugir de seu destino.

A outra constatação ocorreu quase que simultaneamente à primeira: Hank Moody é a versão fictícia de um amigo (???) meu!!! É sério!!! Senão, vejamos: escritor de talento vê sua obra reconhecida e angaria fãs, especialmente mulheres; inebria-se com o sucesso, potencializa o seu egocentrismo, decide que pode fazer o que bem entender sem se preocupar com mais ninguém, magoa as pessoas que realmente se importavam com ele e acaba cercado apenas por bajuladores. Vê a sua obra ser ‘mal-interpretada’ (ou não interpretada da forma que ele gostaria) e acaba entrando em crise criativa, dificilmente escrevendo algo que sequer se aproxime da qualidade de sua obra anterior. No entanto, apesar de posar como um Sade contemporâneo, alguém que não teme o desejo, ele no fundo, no fundo é conservador e busca reconstruir o seu núcleo familiar.

Porém, dada a grande improbabilidade estatística de que Hollywood tenha ouvido falar desse meu amigo, cheguei à seguinte conclusão: meu amigo é um personagem chavão!!! Isso não é uma crítica, acho que todos nós somos ‘clichês’ ambulantes – isso explica porque nos identificamos uns com os outros, com certas situações e experiências e mesmo com certos filmes, certos livros: somos uma combinação singular de lugares comuns. Acho que o ‘problema’ dele é se achar a última Coca-Cola do deserto, mas enquanto houver gente que acredita nisso, ele vai se dar bem ;)

Para finalizar, minha nota para Californication: 7,0. Legalzinha.

Escrito por Cintia

23/Dezembro/2007 em 12:33

Cachos, cachos

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Os eventos aqui descritos aconteceram há um bom tempo (c. 2002) e foram narrados na época em meu primeiríssimo blog, Diário de uma Vampira Faminta (cujo url, eu acabo de ver, já foi reutilizado por outra pessoa). Como foi um dos muitos escritos legais que se perderam quando me deu a louca e eu resolvi apagar o blog, e como o tema tem tudo a ver com este blog aqui, vou tentar recontá-lo.

Bom, apesar de eu não “agitar” tanto quanto gostaria, nem de longe sou uma pessoa casta, como vocês devem adivinhar. Na época, meu irmão ainda não tinha vindo morar comigo, então convidei um rapaz para tomar um café aqui em casa. Conversa vai, conversa vem, a gente foi chegando mais perto, mais perto e aí começaram as brincadeiras que meninos e meninas crescidas gostam tanto. Inclusive uma brincadeirinha oral til the end, se é que vocês me entendem.

Mais tarde, o rapaz foi embora e fui tomar um banho, mas não lavei os cabelos, pois eu já tinha lavado antes dele chegar – aliás, eles ainda estavam úmidos quando começamos a brincar. Normal.

No dia seguinte, fui para a casa da minha tia, fazer a minha visita usual. Titia, que tem os cabelos muito lisos, adora cabelos ondulados/cacheados. Meus cabelos têm ondas largas, ficando espontaneamente mais ou menos cacheados dependendo sei lá do quê. Bom, titia quando me viu, exclamou:

- Filhinha, como os seus cabelos estão lindos hoje! Olha, Fulana, que cachos lindos!

- Verdade – concorda Fulana (uma prima minha). – Você fez alguma coisa? Passou algum produto.

Fingi meditar uns segundos e respondi:

- Não.

- Ah, você deve ter feito alguma coisa, seus cabelos estão tão bonitos, estão com um brilho incrível.

Intrigada, passei a rememorar o meu dia anterior, o primeiro banho, a lavagem dos cabelos, a visita depois do banho… Oops! E se, no momento da finalização da brincadeirinha, um certo líquido branco tivesse espirrado nas minhas longas madeixas? Eu achava que não, mas tenho uma certa tendência a fazer lambança com o tal líquido. Meus cabelos estavam úmidos, pode ser que umas gotinhas tivessem caído nele e logo sido absorvidas. Senti os olhos da família em mim, como que esperando uma resposta.

- Ah, não fiz nada demais. Deve ser a umidade relativa do ar.

- Então ‘tá.

O assunto morreu ali. Provavelmente não convenci ninguém. Mas acho que as suspeitas delas se inclinavam mais para um produto caríssimo que eu tinha pago uma fortuna. No entanto, acho que, no fim das contas, o que disse foi a verdade. Meus cabelos são mesmo ‘de lua’ ;)

Escrito por Cintia

03/Dezembro/2007 em 10:26

Publicado em crônica, desejo, sacanagem, sexo

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Bobagenzinha

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Choking Hazard

Comprei um ímã com essa imagem na feirinha de artesanato do Bristol há algum tempo. Pus no gabinete do meu computador pra segurar bilhetinhos.

Mais engraçadinho pros rapazes do que pras moças, but hey, I’m no small woman!!! ;)

Escrito por Cintia

02/Dezembro/2007 em 10:35

Papo de Mulher

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- Socorro, chamem o exército, tem um ET no banheiro!
- É máscara de pepino. Remove as impurezas e a oleosidade e deixa a pele com um aspecto mais saudável.
- Dizem que porra também é bom…
- Argh! Nojenta!
- ‘Tá. Vai me dizer que banho de lama e creme de placenta não é nojento?
- Tudo cientificamente testado em laboratórios, pra gente ficar mais bonita.
- Sei não, temos a mesma idade, mas minha pele é mais lisinha…
- Você faz uso tópico ou oral?

—–

© Cintia BL

Escrito por Cintia

23/Novembro/2007 em 13:41

Publicado em contos

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Telefone sem fio

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- Alô
- Oi, linda, tudo bem?
- Tudo.
- Como foi o seu dia?
- Ahn… normal. E o seu?
- Também. Chegou faz tempo?
- Mais ou menos…
- Já trocou de roupa?
- Já.
- O que você ‘tá vestindo?
- Camisetão do Garfield.
- Então tira.
- Como?
- Tira!
- ‘Tá. – (…) – Já tirei.
- E a calcinha, ‘tá usando?
- Tô…
- Então tira também.
- Ok.
- Me diz, onde você está. No quarto, na sala…?
- No quarto…
- Certo, vai até a sala e abra as cortinas.
- Ahn? Mas eu tô pelada…
- Eu sei. Vá lá e abra as cortinas.
- Mas tem aquele vizinho…
- Anda logo!
(…)
- Pronto.
- Olha pra janela do apartamento do cara. Qual é mesmo? O 206?
- Isso.
- Tá acesa?
- Tá.
- Ele tá te olhando?
- Acho que não. As cortinas dele estão fechadas.
- Então interfona pra ele e fala pra ele olhar.
- O quê?!
- Faz o que eu tô mandando!
(…)
- Pronto.
- E…?
- O cara tá olhando… tá com o binóculo em uma das mãos e passando a outra no pau, por cima das calças.
- Pega uma cadeira e senta de frente pra janela.
(…)
- Pronto.
- Agora abra bem as pernas e comece a se tocar.
- Ahn?
- Anda, toca uma siririca, como se fosse pra mim, como se eu tivesse olhando.
(…)
- Hmmm…
- E o cara?
- Acho que tá batendo uma punheta.
- E você? Continua se tocando?
- Sim…
- Agora enfia os dedinhos… primeiro um, depois outro…
- Hmmm…
- Tá meladinha?
- Sim.
- Agora vai lá na sua geladeira e pega um pepino.
- Ahn? Eu num tenho pepino…
- Cenoura, banana, sei lá, algo roliço…
- Num tenho… num fui na feira…
- Pô, você num tem nada roliço aí na sua casa?
- Tem que ser de comer?
- Não, qualquer coisa…
(…)
- Serve um martelo de carne? O cabo do martelo…
- Sim…Agora senta de novo na cadeira e abra bem as pernas. Pegue o cabo do martelo e enfia na buceta.
- Hmmm…
- Isso, tira e põe devagar…
- Hmmm…
- Agora mais depressa e mais forte… até gozar…
(…)
- Tá gozando?
- Quase…
- Então tira o martelo e lambe o cabo… tudinho…
- Ok.
- Agora mete o cabo de novo na buceta… com força…
(…)
- Gozou?
- Sim…
- E o cara?
- Num sei… num tô vendo ele…
- Pra onde ele foi?
- Sei lá… Epa, tocaram a campainha.
- É o cara. Vai atender. Amanhã você me conta! Tchau!

—-

© Cintia BL

Escrito por Cintia

23/Novembro/2007 em 13:39

Microblogs ou O que estou fazendo agora?

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Bom, já faz pouco mais de um mês que entrei no Twitter e que vocês podem ver as atualizações que posto lá aqui neste blog (seção Eu, agora da barra lateral). Mas o que é Twitter? Pra que serve? Como usa?

A resposta mais curta é: o Twitter é um serviço de microblogs. Hein? É uma espécie de blog, cujas postagens são bem curtas – no caso do Twitter, o tamanho máximo é de 140 toques por postagem. Além disso, o Twitter permite que você acompanhe as atualizações dos microblogs de outros usuários do serviço – que você pode ver junto com as suas próprias atualizações na página do seu microblog, ao clicar na aba With Others – e, nisso, você acaba formando uma rede social.

Mas qual a  graça disso? Bem, eu me fazia essa mesma pergunta quando lia sobre o Twitter em outros blogs, como o do Yabu e o da Isadora. ‘Pra que alguém vai querer saber o que estou fazendo?’, ‘Mais uma cybercoisa pra qual não vou ter tempo’ etc. e tal. Mas aí me lembrei de todas as idéias breves que me vinham à cabeça diversas vezes durante o dia e que jamais virariam um post, pois seriam esquecidas no segundo seguinte, ou, se anotadas, virariam um post-coletânea de ideiazinhas. E me lembrei também que colocar o feed com as atualizações do Twitter em algum canto deste blog também serviria como espécie de ‘atualização’ para este blog – especialmente no intervalo entre os posts. E logo meu microblog no Twitter tomou seu rumo ;)

Dado o curto tamanho dos posts, o Twitter pode ser atualizado de diversas formas – do próprio side, via IM (Google Talk) e até por celular! Lógico que eu não sei como a atualização por celular funciona, mas sei que, para os usuários do Raposa de Fogo, é possível instalar o Twitbin, um plugin que permite que você poste suas atualizações e acompanhe a dos seus amigos em uma barra lateral.

Bom, sei que há outros serviços de microblogs por aí , como o Pownce e o Jaiku - recém-adquirido pelo Google, mas acho que ter um perfil só no Twitter já e mais do que suficiente.

Por fim, gostaria de recomendar este artigo do Observatório da Imprensa sobre o jornalismo em microblogs.

PS: Quem criar um perfil no Twitter e quiser me ’seguir’ por lá, pode ficar à vontade ;)

Escrito por Cintia

08/Novembro/2007 em 12:07

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O Brinquedo

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Antes de mais nada, gostaria de dizer que este post veio de uma dica da dona Dora. Por que será que todo mundo pensa em mim quando o assunto é sacanagem? ;) 'The Toy' na versão Darth Vader

O brinquedinho da foto ao lado chama-se The Toy e é um vibrador equipado com a tecnologia Bluetooth. Pra quê? Bem, de acordo com o fabricante, o diferencial do The Toy é permitir que ele seja ativado por mensagens de texto enviadas ao celular da pessoa que estiver usando o brinquedinho, permitindo assim ‘encurtar’ a distância entre os amantes. Meigo, não? >:oD

Funciona assim: a garota acomoda o brinquedinho dentro de si, como faria com um absorvente interno. Pode ficar na privacidade do seu quarto ou ir trabalhar, estudar,  fazer compras (se for com o cartão de crédito sem limite de uma outra pessoa, o prazer é maior… rsrsrs). Seu namorado/marido/amigo/amante etc. então lhe manda mensagens de texto que, quando lidas, ativam o brinquedinho. Lógico que essas mensagens são identificadas com tags especiais, para evitar que a moça seja distraída pela atualização mais recente do mercado financeiro, por exemplo.

Para controlar o The Toy, cada uma das 26 letras do alfabeto possui 3 perfis de movimento diferentes. Cada perfil tem 5 velocidades, com 3 configurações de tempo. Assim, cada letra pode gerar 45 efeitos e uma mensagem de texto, 7200 variações :D . O The Toy também pode ser ativado manualmente pela usuária e bateria tem duração de até 5 horas!!!

Ah, sim, as dimensões: o The Toy tem 9 cm de comprimento e 3,3 cm de largura – não pensem que é pequeno, já que a idéia é de a moça use-o fora de casa, então ele tem que se acomodar lá dentro, né? Funciona com diversos modelos populares de celulares – inclusive o meu! Está disponível em várias cores (não só no preto ‘darth vader’ da foto) e custa a ‘bagatela’ de £140,00 ou US$ 256,37.  Se alguém quiser me dar um presente de Natal, fica aí a idéia…

Porém, acho que o The Toy seria um estouro de vendas se ele pudesse ser ativado por voz. Fico imaginando aqui uma conversa mais caliente e o brinquedinho vibrando lá dentro… Afffff… Juro que aí eu pagava os 250 dólares! >:D Falando em dinheiro, será que alguém já ‘patenteou’ essa idéia? Tem aí algum nerd interessado em uma ‘joint venture’? ;)

Escrito por Cintia

02/Novembro/2007 em 9:08