Descubra o seu pseudônimo pornô
Se você fosse um astro ou estrela pornô, qual seria o seu nome? Não faz idéia? Quer descobrir?
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O meu pseudônimo pornô é Barbie Bottom. Faz sentido, considerando o tamanho da minha bunda.
Através do Espelho
Entrei no banheiro, sem me incomodar em trancar a porta atrás de mim. Coloquei o livro em um canto seco da pia, abri a torneira e molhei o rosto, a nuca.
Logo depois ele entrou, encostou seu corpo contra o meu, eu olhava para baixo, para a pia, não subi o olhar até o espelho, seria alguém já conhecido? Ele pareceu hesitar antes de começar a me apalpar, certamente um novato, mas logo passou a apertar meus seios, morder meu pescoço, minha orelha, soltei um gemido, ele mordeu a outra, dessa vez me contive. Ele tinha fumado antes de vir pra cá, fedia a cigarro, cerveja. Empinei um pouco a bunda, ele abaixou minhas calças, eram essas as regras, eu só ficava lá, eles faziam o resto. Enfiou dois dedos na minha buceta, e passava devagar a outra mão sobre a minha bunda, como quem passa os dedos sobre um livro, eram as mordidas, eu sabia.
“Menina, você é louca!”
Levantei os olhos para o espelho e olhei pra ele pela primeira vez. “Sério? Conta outra, e mete logo!”
Ele me penetrou, começou a beijar meu pescoço…
“Rápido e com força!”
“Garota, por que você faz isso?”
“Você quer que eu goze ou não?”
Ele fez o que eu pedi, metendo forte, com raiva, olhando pra baixo, enquanto eu o observava extasiada, mordendo os lábios para abafar os gemidos. Ele finalmente levantou a cabeça, nossos olhares se cruzaram no espelho, e voltei de novo a olhar para baixo, para a pia, até que ele saÃsse.
Me arrumei e saà do banheiro, deixando o livro na prateleira correta, ao lado de “Alice no PaÃs das Maravilhas”. Dei uma volta por entre as estantes e fui embora. Não quis retirar nenhum livro da biblioteca.
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© Cintia BL
Nota: Este conto foi escrito em 2002 e publicado no meu primeiro blog, Diário de uma Vampira Faminta, e no Jornal da Praça, distribuÃdo na Praça Benedito Calixto, em São Paulo (não sei a edição e estou com preguiça de procurar =P).
Bobagenzinha II – a missão
Esse gif eu roubei da Pátê há eras, quando ela ainda era a dona Umbiga. Demais, não?
Californicação
Quando a Warner anunciou que exibiria a série Californication, fiquei curiosa em assisti-la por 2 motivos: um, o tÃtulo, que remete não só a um tema de grande interesse para esta que vos escreve (e para os seres humanos em geral) como a um álbum/música do Red Hot Chilli Peppers (que, por sinal, está processando os criadores da série); dois, na qualidade fã de Arquivo X, ver como o eterno agente Mulder, David Duchovny, se saÃa na pele do protagonista.
Antes da estréia, fiz uma pesquisa básica na Internet para saber o que se falava da série e vi que as crÃticas eram, em sua grande maioria, favoráveis. “A salvação de Fox Mulder? Bom, muito bom“, pensei eu. Mas quando finalmente vi um episódio, bem… não achei grande coisa. Não que a série seja ruim, só não consigo ver nada demais nela. O mesmo aconteceu com Sex and the city, que muita gente adora. Talvez eu apenas não veja nada demais em se falar abertamente sobre sexo e isso tenha tirado parte do encanto dessas séries para mim. Vai saber.
Enfim, voltando a Californication, a primeira constatação que pude fazer foi que Hank Moody (o protagonista) é a versão perva de Fox Mulder – leia-se, David Duchovny interpreta o mesmo personagem over and over again. Da mesma forma como Mulder não conseguia deixar de buscar a “verdade que estava lá fora”, Moody não consegue deixar de se entregar ao sexo, ao vÃcio – quando ele não os procura voluntariamente, eles vão até ele, que nunca consegue oferecer muita resistência. Assim, tanto Moody quanto Mulder assemelham-se aos personagens trágicos, que não podem fugir de seu destino.
A outra constatação ocorreu quase que simultaneamente à primeira: Hank Moody é a versão fictÃcia de um amigo (???) meu!!! É sério!!! Senão, vejamos: escritor de talento vê sua obra reconhecida e angaria fãs, especialmente mulheres; inebria-se com o sucesso, potencializa o seu egocentrismo, decide que pode fazer o que bem entender sem se preocupar com mais ninguém, magoa as pessoas que realmente se importavam com ele e acaba cercado apenas por bajuladores. Vê a sua obra ser ‘mal-interpretada’ (ou não interpretada da forma que ele gostaria) e acaba entrando em crise criativa, dificilmente escrevendo algo que sequer se aproxime da qualidade de sua obra anterior. No entanto, apesar de posar como um Sade contemporâneo, alguém que não teme o desejo, ele no fundo, no fundo é conservador e busca reconstruir o seu núcleo familiar.
Porém, dada a grande improbabilidade estatÃstica de que Hollywood tenha ouvido falar desse meu amigo, cheguei à seguinte conclusão: meu amigo é um personagem chavão!!! Isso não é uma crÃtica, acho que todos nós somos ‘clichês’ ambulantes – isso explica porque nos identificamos uns com os outros, com certas situações e experiências e mesmo com certos filmes, certos livros: somos uma combinação singular de lugares comuns. Acho que o ‘problema’ dele é se achar a última Coca-Cola do deserto, mas enquanto houver gente que acredita nisso, ele vai se dar bem
Para finalizar, minha nota para Californication: 7,0. Legalzinha.
Cachos, cachos
Os eventos aqui descritos aconteceram há um bom tempo (c. 2002) e foram narrados na época em meu primeirÃssimo blog, Diário de uma Vampira Faminta (cujo url, eu acabo de ver, já foi reutilizado por outra pessoa). Como foi um dos muitos escritos legais que se perderam quando me deu a louca e eu resolvi apagar o blog, e como o tema tem tudo a ver com este blog aqui, vou tentar recontá-lo.
Bom, apesar de eu não “agitar” tanto quanto gostaria, nem de longe sou uma pessoa casta, como vocês devem adivinhar. Na época, meu irmão ainda não tinha vindo morar comigo, então convidei um rapaz para tomar um café aqui em casa. Conversa vai, conversa vem, a gente foi chegando mais perto, mais perto e aà começaram as brincadeiras que meninos e meninas crescidas gostam tanto. Inclusive uma brincadeirinha oral til the end, se é que vocês me entendem.
Mais tarde, o rapaz foi embora e fui tomar um banho, mas não lavei os cabelos, pois eu já tinha lavado antes dele chegar – aliás, eles ainda estavam úmidos quando começamos a brincar. Normal.
No dia seguinte, fui para a casa da minha tia, fazer a minha visita usual. Titia, que tem os cabelos muito lisos, adora cabelos ondulados/cacheados. Meus cabelos têm ondas largas, ficando espontaneamente mais ou menos cacheados dependendo sei lá do quê. Bom, titia quando me viu, exclamou:
- Filhinha, como os seus cabelos estão lindos hoje! Olha, Fulana, que cachos lindos!
- Verdade – concorda Fulana (uma prima minha). – Você fez alguma coisa? Passou algum produto.
Fingi meditar uns segundos e respondi:
- Não.
- Ah, você deve ter feito alguma coisa, seus cabelos estão tão bonitos, estão com um brilho incrÃvel.
Intrigada, passei a rememorar o meu dia anterior, o primeiro banho, a lavagem dos cabelos, a visita depois do banho… Oops! E se, no momento da finalização da brincadeirinha, um certo lÃquido branco tivesse espirrado nas minhas longas madeixas? Eu achava que não, mas tenho uma certa tendência a fazer lambança com o tal lÃquido. Meus cabelos estavam úmidos, pode ser que umas gotinhas tivessem caÃdo nele e logo sido absorvidas. Senti os olhos da famÃlia em mim, como que esperando uma resposta.
- Ah, não fiz nada demais. Deve ser a umidade relativa do ar.
- Então ‘tá.
O assunto morreu ali. Provavelmente não convenci ninguém. Mas acho que as suspeitas delas se inclinavam mais para um produto carÃssimo que eu tinha pago uma fortuna. No entanto, acho que, no fim das contas, o que disse foi a verdade. Meus cabelos são mesmo ‘de lua’
Papo de Mulher
- Socorro, chamem o exército, tem um ET no banheiro!
- É máscara de pepino. Remove as impurezas e a oleosidade e deixa a pele com um aspecto mais saudável.
- Dizem que porra também é bom…
- Argh! Nojenta!
- ‘Tá. Vai me dizer que banho de lama e creme de placenta não é nojento?
- Tudo cientificamente testado em laboratórios, pra gente ficar mais bonita.
- Sei não, temos a mesma idade, mas minha pele é mais lisinha…
- Você faz uso tópico ou oral?
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© Cintia BL
Telefone sem fio
- Alô
- Oi, linda, tudo bem?
- Tudo.
- Como foi o seu dia?
- Ahn… normal. E o seu?
- Também. Chegou faz tempo?
- Mais ou menos…
- Já trocou de roupa?
- Já.
- O que você ‘tá vestindo?
- Camisetão do Garfield.
- Então tira.
- Como?
- Tira!
- ‘Tá. – (…) – Já tirei.
- E a calcinha, ‘tá usando?
- Tô…
- Então tira também.
- Ok.
- Me diz, onde você está. No quarto, na sala…?
- No quarto…
- Certo, vai até a sala e abra as cortinas.
- Ahn? Mas eu tô pelada…
- Eu sei. Vá lá e abra as cortinas.
- Mas tem aquele vizinho…
- Anda logo!
(…)
- Pronto.
- Olha pra janela do apartamento do cara. Qual é mesmo? O 206?
- Isso.
- Tá acesa?
- Tá.
- Ele tá te olhando?
- Acho que não. As cortinas dele estão fechadas.
- Então interfona pra ele e fala pra ele olhar.
- O quê?!
- Faz o que eu tô mandando!
(…)
- Pronto.
- E…?
- O cara tá olhando… tá com o binóculo em uma das mãos e passando a outra no pau, por cima das calças.
- Pega uma cadeira e senta de frente pra janela.
(…)
- Pronto.
- Agora abra bem as pernas e comece a se tocar.
- Ahn?
- Anda, toca uma siririca, como se fosse pra mim, como se eu tivesse olhando.
(…)
- Hmmm…
- E o cara?
- Acho que tá batendo uma punheta.
- E você? Continua se tocando?
- Sim…
- Agora enfia os dedinhos… primeiro um, depois outro…
- Hmmm…
- Tá meladinha?
- Sim.
- Agora vai lá na sua geladeira e pega um pepino.
- Ahn? Eu num tenho pepino…
- Cenoura, banana, sei lá, algo roliço…
- Num tenho… num fui na feira…
- Pô, você num tem nada roliço aà na sua casa?
- Tem que ser de comer?
- Não, qualquer coisa…
(…)
- Serve um martelo de carne? O cabo do martelo…
- Sim…Agora senta de novo na cadeira e abra bem as pernas. Pegue o cabo do martelo e enfia na buceta.
- Hmmm…
- Isso, tira e põe devagar…
- Hmmm…
- Agora mais depressa e mais forte… até gozar…
(…)
- Tá gozando?
- Quase…
- Então tira o martelo e lambe o cabo… tudinho…
- Ok.
- Agora mete o cabo de novo na buceta… com força…
(…)
- Gozou?
- Sim…
- E o cara?
- Num sei… num tô vendo ele…
- Pra onde ele foi?
- Sei lá… Epa, tocaram a campainha.
- É o cara. Vai atender. Amanhã você me conta! Tchau!
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© Cintia BL
O Brinquedo
Antes de mais nada, gostaria de dizer que este post veio de uma dica da dona Dora. Por que será que todo mundo pensa em mim quando o assunto é sacanagem?

O brinquedinho da foto ao lado chama-se The Toy e é um vibrador equipado com a tecnologia Bluetooth. Pra quê? Bem, de acordo com o fabricante, o diferencial do The Toy é permitir que ele seja ativado por mensagens de texto enviadas ao celular da pessoa que estiver usando o brinquedinho, permitindo assim ‘encurtar’ a distância entre os amantes. Meigo, não? >:oD
Funciona assim: a garota acomoda o brinquedinho dentro de si, como faria com um absorvente interno. Pode ficar na privacidade do seu quarto ou ir trabalhar, estudar, fazer compras (se for com o cartão de crédito sem limite de uma outra pessoa, o prazer é maior… rsrsrs). Seu namorado/marido/amigo/amante etc. então lhe manda mensagens de texto que, quando lidas, ativam o brinquedinho. Lógico que essas mensagens são identificadas com tags especiais, para evitar que a moça seja distraÃda pela atualização mais recente do mercado financeiro, por exemplo.
Para controlar o The Toy, cada uma das 26 letras do alfabeto possui 3 perfis de movimento diferentes. Cada perfil tem 5 velocidades, com 3 configurações de tempo. Assim, cada letra pode gerar 45 efeitos e uma mensagem de texto, 7200 variações
. O The Toy também pode ser ativado manualmente pela usuária e bateria tem duração de até 5 horas!!!
Ah, sim, as dimensões: o The Toy tem 9 cm de comprimento e 3,3 cm de largura – não pensem que é pequeno, já que a idéia é de a moça use-o fora de casa, então ele tem que se acomodar lá dentro, né? Funciona com diversos modelos populares de celulares – inclusive o meu! Está disponÃvel em várias cores (não só no preto ‘darth vader’ da foto) e custa a ‘bagatela’ de £140,00 ou US$ 256,37. Se alguém quiser me dar um presente de Natal, fica aà a idéia…
Porém, acho que o The Toy seria um estouro de vendas se ele pudesse ser ativado por voz. Fico imaginando aqui uma conversa mais caliente e o brinquedinho vibrando lá dentro… Afffff… Juro que aà eu pagava os 250 dólares! >:D Falando em dinheiro, será que alguém já ‘patenteou’ essa idéia? Tem aà algum nerd interessado em uma ‘joint venture’?

